Eu sonho!
Eu sonho. Sonho muito. Todo dia. E lembro dele, pelo menos na maioria das vezes. E sabe que, o sonho de hoje, por mais besta que seja, me inpirou mais que os outros. Estava numa casa, que não era a minha, eu, o Rafa, meu irmão (Leitaum), a "amiga" dele (Dany) e mais um tanto de gente. A Dany deu uma caixa cheia de chocolate pro Leitaum, eles deixaram lá, e todos fugiram, ficando só eu e o Rafa. Mania desde criança, fui eu fuçar na caixa. Cara(hehe), pra você ter noção do tamanho da caixa, eu fiquei dando voltinhas lá dentro, escolhendo o chocolate que queria. Encontrei salgadinhos e... Quem diria, menininho anões. Olhei pro lado e achei bolinhas de sabão doce. Quando fui ver, escutei um dos anões dizer: - Ela vai soltar nosso lider mal. Foi quando o Rafa chegou pra me salva dele. E não me deixou fazer bolinhas de sabão. Depois dessa super aventura a gente ia tomar banho. Quando chegamos dentro do banheiro encontramos um grupo fazendo concurso pra ver quem como a maça mais rápido. Quem ganhou? Quem, quem, quem? Eu e o Rafa! Dai a mulher perguntou: - Sobrou maça? E a menina que estava lá no fundo: - Sobrou essa metade aqui. - Que droga. Bom, vamos ter que começar a cortar a maça no meio pra servir. E eu acordei, 10 minutos antes do relógio despertar. __________________________________________________ Quem disse que sonho precisa ter sentido?
Escrito por Nata. às 12:27:25
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Na época em que o pastel era 50 centavos
Teve um época na minha vida em que eu pagava 50 cetavos num pastel, que ainda vinha com um suco de laranja. Você pode estar pensando: Pastel de vento e suco aguado. Na verdade não. Era um pastelzão 'bruto'(como diz os meninos), e um suco grande delicioso. Mas o legal foi como eu conheci o pastel. Eu comecei a fazer natação na Beko, uma academia daqui de Paranavaí que fica de frente pro cemitério. Não aprendi a nadar lá. Mas foram as primeiras vezes que fui sem meu pai e minha mãe pro centro da cidade. Uma grande aventura pra uma garota de dez anos que foi criada por mãe e pai apavorados com a violência (de Paranavaí). Ia e voltava com uma amiguinha minha, Aryadne, minha amiga até hoje. Ela, muito avetureira insistia pra que fossemos no centro antes de voltar pra casa. Eu, muito empolgada com coisas novas, ia. O dificil era convencer minha mãe de que eu não tinha feito arte. - Mas porque você demorou? - Olha mãe, a Ary esqueceu o pente dela na academia. A gente só lembrou quando tava aqui perto. Dai demorou pra voltar tudo denovo. - Mas porque não ligou pra mim? Pro seu pai? Pros pais dela? - Ah! Mãe. A gente não queria dar trabalho. Onde entra o pastel nessa história? Quanto dinheiro uma criança ganha dos pais? 50 centavos! - Nat(O povo ainda me chamava assim. Santa mãe que me apelidou de Nata), eu conheço um lugar que vende pastel bem gostoso, e não é caro. - Sério? - A gente podia ir lá! - Mas eu só tenho 90 centavos. - Vixe, dá e sobra. - Então vamos. Sinto falta daquele lugar. Da ultima vez que fui lá, isso há uns dois anos, já tava caro demais pra mim deixar de comer no pastel do roberto. ___________________________________________________________ Inédito: Acidente de moto na esquina do Ipê! Um bairro inteiro conseguiu ficar amontoado numa esquina só. Incrível. Eu acabo de dominar o resto. (Risada de má).
Escrito por Nata. às 22:24:40
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